quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Estudo: Abertura do Sétimo Selo



 Estudo:
Se a abertura dos seis selos anteriores foram importantes, imagine a abertura deste sétimo, pois dele vêm as sete trombetas, e, em seguida, as sete taças da ira de Deus. Assim, este sétimo selo abre um leque de acontecimentos ainda muito mais importantes que os anteriores.

A abertura deste selo nos leva a meditar na infinita paciência de Deus, quando procura prolongar os Seus juízos, a fim de dar aos homens mais tempo para pensar e, assim, voltaremse para Ele.

Voltando aos registros do apóstolo João, vemos que: “Quando o Cordeiro abriu o sétimo selo, houve silêncio no céu cerca de meia hora.” (Apocalipse 8.1). A abertura do sétimo selo trouxe, portanto, como primeira e principal consequência, este silêncio no Céu.

É interessante notarmos que não foi por meia hora exatamente, mas cerca de meia hora, pois no Céu, onde está o Trono de Deus, não existe o fator tempo cronológico, uma vez que não existe o Sol para determinar minutos, dias, meses e anos.

A abertura do sétimo selo tem consequências terríveis, mas, antes disso, há aproximadamente meia hora de silêncio, como se fosse uma espécie de espera da parte de Deus, para que as pessoas na Terra pudessem reconsiderar os seus caminhos e se voltar para Ele.

“Então, vi os sete anjos que se acham em pé diante de Deus, e lhes foram dadas sete trombetas. Veio outro anjo e ficou de pé junto ao altar, com um incensário de ouro, e foi-lhe dado muito incenso para oferecê-lo com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que se acha diante do trono; e da mão do anjo subiu à presença de Deus a fumaça do incenso, com as “orações dos santos.” (Apocalipse 8.2-4)

A Bíblia se refere a muitas trombetas. Umas serviam para convocar o povo à guerra, outras eram usadas em festas; havia as que serviam para reunir o povo, as que anunciavam um novo rei e as utilizadas durante a construção do Templo.

Todas elas eram tão-somente indicações proféticas das trombetas celestiais, cuja plenitude divina vemos aqui: sete trombetas que procedem do sétimo selo. Este é o Dia do Senhor, que abrange um período de juízos de sete anos. O profeta Sofonias o chamou de “dia de trombeta”: “Está perto o grande Dia do Senhor; está perto e muito se apressa. Atenção! O Dia do Senhor é amargo, e nele clama até o homem poderoso. Aquele dia é dia de indignação, dia de angústia e dia de alvoroço e desolação, dia de escuridade e negrume, dia de nuvens e densas trevas, dia de trombeta e de rebate contra as cidades fortes e contra as torres altas.” (Sofonias 1.1416)

Parece haver um paralelo entre as trombetas que Gideão deu aos seus trezentos homens e estas que os sete anjos receberam. Naquela oportunidade, Gideão usou apenas as trombetas, os cântaros vazios e as tochas de fogo.

Isso foi suficiente para que, da parte de Deus, os midianitas entrassem em desespero e se matassem uns aos outros. No caso do sétimo selo, os sete anjos tocam as suas trombetas para a guerra contra Satanás, e é o próprio Senhor Jesus quem acaba com ele.

“Veio outro anjo e ficou de pé junto ao altar, com um incensário de ouro, e foi-lhe dado muito incenso para oferecê-lo com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que se acha diante do trono; e da mão do anjo subiu à presença de Deus a fumaça do incenso, com as orações dos santos. E o anjo tomou o incensário, encheu-o do fogo do altar e o atirou à terra. E houve trovões, vozes, relâmpagos e terremoto. Então, os sete anjos que tinham as sete trombetas prepararam-se para tocar.” (Apocalipse 8.3-6)

Tudo indica que esse “outro anjo” seja o Senhor Jesus Cristo, pois há fortes argumentos que comprovam isto, especialmente quando se faz um paralelo com o sumo sacerdote de Israel.

Vejamos: Ele realiza uma tarefa extraordinariamente elevada, que somente o sumo sacerdote do Antigo Testamento tinha o direito e o dever de realizar. Este anjo também se apresenta em dignidade sumo sacerdotal.

Sim, pois fica de pé junto ao altar, e em Israel o altar do incenso se encontrava diretamente diante da face de Deus. E, no caso do Apocalipse, ele está no Céu. E o que faz esse “outro anjo”? “Ficou de pé junto ao altar, com um incensário de ouro, e foi-lhe dado muito incenso para oferecê-lo com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro que se acha diante do trono.” (Apocalipse 8.3).

Esta solenidade representa o dia da resposta à oração que o Senhor mesmo nos ensinou, quando disse: “Venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu.” (Mateus 6.10).

Por isso também nenhuma oração que tenha como motivo o Reino e a vontade de Deus ficará perdida, ou cairá no esquecimento. Por outro lado, aqui está a explicação de muitas orações não serem respondidas, mesmo quando feitas em nome do Senhor Jesus.

As orações que não estão dentro do contexto da vinda do Reino de Deus e segundo a Sua santa vontade, ou seja, orações que expressam apenas objetivos mesquinhos, pessoais e egoístas, não são atendidas.

Assim, toda a solenidade grandiosa que ocorre na abertura do sétimo selo significa o estabelecimento do domínio de Deus na Terra. Se, portanto, realizase justamente neste momento o sacrifício das orações de todos os santos, enquanto os sete anjos estão preparados para tocar as trombetas dos juízos, então é porque chegou o momento de se lembrar das orações que ainda precisam ser atendidas.

Quanto mais o Reino de Deus se desenvolve, mais o império das trevas é destruído e mais rapidamente Satanás e seus demônios são enfraquecidos na destruição da humanidade. Nesse aspecto todos os obreiros, pastores e bispos da Igreja Universal do Reino de Deus podem testemunhar.

Desde que começamos a orar para que Deus viesse a implantar o Seu Reino no coração de todos os enganados, além de amarrar os principados, as potestades, os dominadores e as forças espirituais do mal, os anjos de Deus começaram também a trabalhar conosco.

Assim, a IURD começou a se desenvolver mais rapidamente, e em todo o mundo. Isso significa que todos os que concordam com Deus, através da oração, passam a ser Seus cooperadores.
Analisemos agora mais esta passagem: “E o anjo tomou o incensário, encheu-o do fogo do altar e o atirou à terra. E houve trovões, vozes, relâmpagos e terremoto.” (Apocalipse 8.5).

O fogo do altar é o fogo do sacrifício que consome; significa, portanto, juízo, e é justamente ele que é lançado sobre a Terra. Os juízos da abertura do sétimo selo geram consequências tão terríveis e inimagináveis, que chegam a ser divididos em trombetas.

É como se os juízos deste selo viessem gradativamente preparando o resto da humanidade para o dia final.

O Senhor Jesus disse com relação a esses dias: “Eu vim para lançar fogo sobre a terra e bem quisera que já estivesse a arder.” (Lucas 12.49)

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