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sábado, 29 de outubro de 2011

30 desculpas de quem não qer sacrificar (30 "isolantes")

Veja e ouça todas estas desculpas de quem, mesmo frequentando a Igreja, tudo lhe faltará!

DESCULPAS DE QUEM NÃO QUER SACRIFICAR:

1. Medo inexplicável:

2. Dúvidas acerca do resultado:

3. Insegurança quanto à rotina diária, logo a seguir ao voto:

4. Usa a Onisciência Divina para justificar a falta de condições:

5. Falsa sensação de bem-estar:

6. Sente que ninguém o apoiará:

7. Deceções anteriores:

8. Acha que já fez de tudo:

9. Compara-se aos outros:

10. Auto-comiseração:

11. Deus não tocou no meu coração:

12. Jesus já derramou o sangue por mim:

13. Tenho outras responsabilidades:

14. A minha vida já é feita de sacrifícios:

15. A minha esposa ou marido já está a sacrificar:

16. Deus é rico e não precisa de sacrifícios:

17. O tempo dos sacrifícios já passou:

18. Realça os maus testemunhos de que ouviu falar:

19. Frequento a Igreja há pouco tempo:

20. É melhor obedecer do que sacrificar:

21. Porque faço a Obra, não preciso de sacrificar:

22. Estou a aguardar a resposta de campanhas anteriores

23. Não vejo necessidade de o fazer:

24. Preciso de mais argumentos:

25. Preciso de ver para crer:

26. A minha fé é suficiente:

27. Apenas me interessa o lado espiritual:

28. Deus irá abençoar da mesma forma:

29. Tenho quase tudo o que necessito:

30. Sou pobre:


terça-feira, 4 de outubro de 2011

Colocar lenha na fogueira

Se você quer ser um receptor de toda energia de Deus, entregue-se 100%! (Parte 2)
Cinco homens escalavam uma montanha quando, de repente, um grande estrondo. Era uma avalanche de neve.

Procurando escapar com vida, acabaram entrando numa caverna, ficando presos dentro dela pela imensa quantidade de neve que bloqueou a entrada. Teriam que esperar até o amanhecer para poderem receber socorro.
Cada um deles levava consigo um pedaço de lenha, mas havia bastante lenha no chão da caverna, e assim acenderam uma pequena fogueira ao redor da qual procuravam se aquecer.
O tempo foi passando e a fogueira consumiu toda lenha encontrada no local. Se o fogo se apagasse, certamente todos morreriam. Chegou assim a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira.
O primeiro era um racista. Discretamente percorreu os olhos por todos os companheiros de infortúnio e descobriu que um deles era negro.
Então ele raciocinou consigo mesmo: "Não quero que aquele negro se esquente com o fogo da minha lenha". E assim guardou-a disfarçadamente, cobrindo-a com o casaco, escondendo-a dos demais.
O segundo homem era muito rico, porém tremendamente avarento, o que popularmente chamamos de "pão-duro", sovina. Em tudo na vida objetivava apenas obter lucros. Assim, ele perguntou aos demais:
- Quanto vocês me pagariam por este pedaço de lenha que tenho? Posto que ninguém lhe ofereceu a quantia que ele esperava, também guardou sua lenha.
O terceiro homem era o negro. Embora aquele racista tenha procurado disfarçar, ele tinha percebido sua mudança de comportamento após contemplar seu rosto mais atentamente e ter notado sua cor escura. Seus olhos faiscavam de ressentimento quando lembrava do acontecido.
Então, ele pensou: "Esses homens não merecem minha lenha e, de mais a mais, talvez precise dela para me defender se quiserem me matar". E assim também guardou sua lenha.
O quarto homem era um juiz. Depois de se identificar, usando sua autoridade, determinou que cada um lhe entregasse sua lenha, para que ele mesmo fosse colocando na fogueira, à medida que fogo começasse a se apagar. Como ninguém obedeceu, ele também não colocou o seu pedaço de lenha na fogueira.
O quinto homem era um pobre morador daquela montanha, que conhecia muito bem a região e sabia que a nevasca poderia durar toda noite.
Portanto, preferiu esperar e colocar sua lenha na fogueira mais tarde.
Com esses pensamentos, os cinco homens permaneceram imóveis e, nessa indecisão, aconteceu do fogo se apagar. Todos contemplaram atônitos, a última brasa da fogueira se transformar em cinzas e finalmente se apagar.
Quando amanheceu o dia, a equipe de socorro chegou à caverna e encontrou cinco cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe daquele agrupamento exclamou:
- O frio que os matou não foi o de fora, mas o de dentro.
Meditando sobre essa história, lembramos dos ensinamentos dos nosso Senhor Jesus Cristo: "Daí, e dar-se vós-à; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão, porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também" (Lucas 6.38).
Quantos morrem agarrados a seus "feixes de lenha", não sabendo que esse apego é exatamente o que lhes tira a vida?
Para cada um daqueles homens da história, o feixe de lenha materializava o próprio coração: arrogância, ganância, orgulho, magóa e, finalmente, para o último, seu próprio medo. O segredo é dar o coração para Jesus e viver livre de si próprio e desse mundo


E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento. (Lucas 10:27)



segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Se você quer ser um receptor de toda energia de Deus, entregue-se 100%!

  E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento. (Lucas 10:27)


Conta uma velha lenda que certo mendigo encontrou-se com um príncipe, que vinha cavalgando com sua comitiva pela estrada.

Humildemente, o mendigo solicitou-lhe uma esmola, mas o príncipe ralhou com ele:
- Eu sou o príncipe. Futuro rei deste reino. Você é quem deveria dar-me alguma coisa. Você é quem deveria presentear-me. O que você tem nesta sacola?
- Teu servo não tem nada, meu senhor. Tenho aqui comigo apenas 5 pães velhos que ganhei de uma boa senhora, na última vila por onde passei.
E, para surpresa do mendigo, o príncipe ordenou:
- Então, reparta comigo os seus pães velhos.
Temendo as conseqüências de uma possível desobediência, muito à contragosto o mendigo deu-lhe dois pães.
O príncipe, então, meteu a mão no bolso, tirou 2 moedas de ouro e jogou-as aos pés do pedinte, que ficou se lamentando por não ter-lhe dado tudo.

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