Se você quer ser um receptor de toda energia de Deus, entregue-se 100%! (Parte 2)
Cinco homens escalavam uma montanha quando, de repente, um grande estrondo. Era uma avalanche de neve.
Então ele raciocinou consigo mesmo: "Não quero que aquele negro se esquente com o fogo da minha lenha". E assim guardou-a disfarçadamente, cobrindo-a com o casaco, escondendo-a dos demais.
O segundo homem era muito rico, porém tremendamente avarento, o que popularmente chamamos de "pão-duro", sovina. Em tudo na vida objetivava apenas obter lucros. Assim, ele perguntou aos demais:
- Quanto vocês me pagariam por este pedaço de lenha que tenho? Posto que ninguém lhe ofereceu a quantia que ele esperava, também guardou sua lenha.
O terceiro homem era o negro. Embora aquele racista tenha procurado disfarçar, ele tinha percebido sua mudança de comportamento após contemplar seu rosto mais atentamente e ter notado sua cor escura. Seus olhos faiscavam de ressentimento quando lembrava do acontecido.
Então, ele pensou: "Esses homens não merecem minha lenha e, de mais a mais, talvez precise dela para me defender se quiserem me matar". E assim também guardou sua lenha.
O quarto homem era um juiz. Depois de se identificar, usando sua autoridade, determinou que cada um lhe entregasse sua lenha, para que ele mesmo fosse colocando na fogueira, à medida que fogo começasse a se apagar. Como ninguém obedeceu, ele também não colocou o seu pedaço de lenha na fogueira.
O quinto homem era um pobre morador daquela montanha, que conhecia muito bem a região e sabia que a nevasca poderia durar toda noite.
Portanto, preferiu esperar e colocar sua lenha na fogueira mais tarde.
Com esses pensamentos, os cinco homens permaneceram imóveis e, nessa indecisão, aconteceu do fogo se apagar. Todos contemplaram atônitos, a última brasa da fogueira se transformar em cinzas e finalmente se apagar.
Quando amanheceu o dia, a equipe de socorro chegou à caverna e encontrou cinco cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe daquele agrupamento exclamou:
- O frio que os matou não foi o de fora, mas o de dentro.
Meditando sobre essa história, lembramos dos ensinamentos dos nosso Senhor Jesus Cristo: "Daí, e dar-se vós-à; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão, porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também" (Lucas 6.38).
Quantos morrem agarrados a seus "feixes de lenha", não sabendo que esse apego é exatamente o que lhes tira a vida?
Para cada um daqueles homens da história, o feixe de lenha materializava o próprio coração: arrogância, ganância, orgulho, magóa e, finalmente, para o último, seu próprio medo. O segredo é dar o coração para Jesus e viver livre de si próprio e desse mundo
E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento. (Lucas 10:27)

Procurando escapar com vida, acabaram entrando numa caverna, ficando presos dentro dela pela imensa quantidade de neve que bloqueou a entrada. Teriam que esperar até o amanhecer para poderem receber socorro.
Cada um deles levava consigo um pedaço de lenha, mas havia bastante lenha no chão da caverna, e assim acenderam uma pequena fogueira ao redor da qual procuravam se aquecer.
O tempo foi passando e a fogueira consumiu toda lenha encontrada no local. Se o fogo se apagasse, certamente todos morreriam. Chegou assim a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira.
O primeiro era um racista. Discretamente percorreu os olhos por todos os companheiros de infortúnio e descobriu que um deles era negro.Então ele raciocinou consigo mesmo: "Não quero que aquele negro se esquente com o fogo da minha lenha". E assim guardou-a disfarçadamente, cobrindo-a com o casaco, escondendo-a dos demais.
O segundo homem era muito rico, porém tremendamente avarento, o que popularmente chamamos de "pão-duro", sovina. Em tudo na vida objetivava apenas obter lucros. Assim, ele perguntou aos demais:
- Quanto vocês me pagariam por este pedaço de lenha que tenho? Posto que ninguém lhe ofereceu a quantia que ele esperava, também guardou sua lenha.
O terceiro homem era o negro. Embora aquele racista tenha procurado disfarçar, ele tinha percebido sua mudança de comportamento após contemplar seu rosto mais atentamente e ter notado sua cor escura. Seus olhos faiscavam de ressentimento quando lembrava do acontecido.
Então, ele pensou: "Esses homens não merecem minha lenha e, de mais a mais, talvez precise dela para me defender se quiserem me matar". E assim também guardou sua lenha.
O quarto homem era um juiz. Depois de se identificar, usando sua autoridade, determinou que cada um lhe entregasse sua lenha, para que ele mesmo fosse colocando na fogueira, à medida que fogo começasse a se apagar. Como ninguém obedeceu, ele também não colocou o seu pedaço de lenha na fogueira.
O quinto homem era um pobre morador daquela montanha, que conhecia muito bem a região e sabia que a nevasca poderia durar toda noite.
Portanto, preferiu esperar e colocar sua lenha na fogueira mais tarde.
Com esses pensamentos, os cinco homens permaneceram imóveis e, nessa indecisão, aconteceu do fogo se apagar. Todos contemplaram atônitos, a última brasa da fogueira se transformar em cinzas e finalmente se apagar.
Quando amanheceu o dia, a equipe de socorro chegou à caverna e encontrou cinco cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe daquele agrupamento exclamou:
- O frio que os matou não foi o de fora, mas o de dentro.
Meditando sobre essa história, lembramos dos ensinamentos dos nosso Senhor Jesus Cristo: "Daí, e dar-se vós-à; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão, porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também" (Lucas 6.38).
Quantos morrem agarrados a seus "feixes de lenha", não sabendo que esse apego é exatamente o que lhes tira a vida?
Para cada um daqueles homens da história, o feixe de lenha materializava o próprio coração: arrogância, ganância, orgulho, magóa e, finalmente, para o último, seu próprio medo. O segredo é dar o coração para Jesus e viver livre de si próprio e desse mundo
E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento. (Lucas 10:27)
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