
domingo, 26 de maio de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Marcas profundas da intolerância
Cotidianamente, indivíduos irresponsáveis difamam de modo anônimo membros da Universal, bem como de tantos outros segmentos, veiculando falsas informações que de nada servem, a não ser produzir fétido chorume do preconceito e da intolerância. Será que esse pútrido fedor do preconceito e da intolerância é inalado e considerado como agradável fragrância por alguém?
Na verdade, o maior problema nem está na publicação original das mentiras, que o Poder Judiciário sempre pode reparar condenando os autores, mas naquilo que temos como consequência. Blogs e redes sociais reproduzem, repercutem e ampliam impiedosamente as tais "notícias".
Piadas de péssimo gosto --que os bons modos impedem de reproduzir-- são publicadas em portais de grande audiência e propagam-se pelo Twitter e pelo Facebook. Impunemente, divulgam as mentiras e fazem chacota da Universal, de seus membros e da fé que nos é garantida constitucionalmente.
Apenas no Brasil, a Universal tem mais de 6 milhões de membros praticantes, que se somam a outros tantos espalhados em cerca de 200 países, por todos os cinco continentes do planeta. Tamanho protagonismo alcançado em apenas 35 anos de existência pode explicar o imenso incômodo que, parece, geramos e que se traduz em ataques que afloram sempre que algo sobre nossa igreja ou a respeito de um de nossos membros é publicado.
Mas como falar em preconceito religioso, se o Brasil é um autoproclamado país aberto a todas as culturas, de um povo forjado no banho-maria da cordialidade e da tolerância? Pois essas afirmações sustentam-se em dogmas tão confortáveis quanto falsos, como aquele que, em nome de uma alegada convivência pacífica, defende que não discutamos "futebol, política e religião".
Assim, além de pregar descaradamente a total alienação da vida política, tal regra de etiqueta abre um fosso de hipocrisia que separa o real e necessário debate sobre a ausência da liberdade de culto no Brasil dos atos de intolerância a que somos submetidos cotidianamente.
Por que não posso afirmar que tenho preferência por meu time de coração, que pode não ser o seu, ou que me identifico mais com uma ideologia partidária, ou com minha religião de fé? A ausência de discussão franca e às claras empurra a Universal, as denominações evangélicas e outras religiões minoritárias para o circo armado por oportunistas que semeiam o preconceito e a ignorância contra nós.
Vamos retirar o monopólio do debate religioso desses irresponsáveis e inconsequentes preconceituosos que hoje se reproduzem na internet. Quer saber mais sobre a Universal? Não tenha medo. Procure qualquer um dos nossos milhões de membros. Asseguro que a conversa será inesquecível, esclarecedora e reveladora sobre o porquê de essa gente, mesmo enfrentando tantas hostilidades, ter coragem e prazer em afirmar: "Eu sou a Universal".
CARLOS OLIVEIRA, 47, bispo evangélico, é responsável pelas relações institucionais da Igreja Universal do Reino de Deus
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Minissérie José Do Egito - Capítulo 18 (Record) 29/05/2013
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Capítulo 18 – Filho morre nos braços do pai
Potifar afirma que Sati será punida de acordo com a lei do Egito para adúlteras, caso alguma traição seja descoberta. A punição é ter seu nariz decepado. Benjamin começa a questionar os irmãos, querendo saber mais sobre José. Todos tentam enganar o menino, que fica desconfiado. Meribast volta para casa. Tany encontra a pedra de Azenate com sua gata e reza pela filha de Pentephres. José consegue arrastar Seneb para um local seguro. O hebreu grita com os presos. Todos se acalmam. Com a ajuda de Azenate, José leva Seneb para seu quarto. Azenate cuida da ferida de Seneb. Ele desperta, mas não consegue falar. Assustado, Benjamin vê o escorpião e acorda Simeon antes que ele seja picado. Simeon afasta o animal, que cai perto de Mara. Com o susto, ela se revela e Simeon a segura com raiva, querendo saber o que fazia por ali. Ruben jura para Naamá que nunca mais se aproximará se Bila e pede perdão. Mara confessa que é responsável pelo escorpião. Descontrolado, Simeon decide chicotear a menina, mas Benjamin intercede e consegue convencer o irmão a mudar de ideia.
Após o casamento, Tamar se decepciona com Onã, que a usa já na primeira noite de amor. Depois que a situação na cadeia se acalma, José conta a verdadeira história que resultou em sua prisão. Ele fica radiante quando sua amada revela que desistiu de ser uma sacerdotisa. José acalma Azenate, que teme pelo futuro, e a beija carinhosamente. Sofrida, Mara diz a Benjamin que todos os filhos de Jacó pagarão pela morte de seu pai. José se emociona ao contar sua história para Azenate. Um guarda que fazia a ronda vê a moça dentro da cela e a reconhece. O casal fica acuado frente ao guarda e os presos, que temem pela ira de Seth. José consegue segurar o guarda para Azenate fugir. Os presos ainda tentam, mas não conseguem capturá-la. Seneb não entende porque José trata sua ferida. Ele fica admirado com a pureza do hebreu. José inicia uma limpeza em seu alojamento. Inicialmente os presos estranham, mas logo tratam de ajudar. Furtiva, Bila entra na tenda de Ruben. Ela dá a entender que ainda o ama, mas não assume. Naamá vê Bila deixando a tenda e fica arrasada. José coordena os trabalhos na cadeia.
Todos os presos começam a respeitar o hebreu. O tempo passa. Apesar de não estar muito feliz, Diná se casa. José serve uma comida deliciosa para Seneb, ainda em recuperação. Ele se impressiona com a inteligência de José, que organiza a prisão. Sati se irrita com seu jardim, que fica horrível, e decide questionar Hapu. Cansado de tantas humilhações, ele afirma que não se submeterá a mais nada e ameaça revelar para Potifar que já se deitou com Sati. Emocionada, Diná se despede de seus familiares e parte com o marido. Seneb se recupera e fica impressionado com a organização do local. Ele torna José responsável por tudo. Durante a festa, Onã discute com Tamar e a agride. A briga chama a atenção de todos. Jacó e Lia decidem se aproximar, mas antes que consigam chegar, Onã se engasga com seu alimento e morre nos braços do pai.
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