sábado, 3 de setembro de 2011

A Melhor Maneira de Dizer as Coisas

Uma velha anedota árabe que muito pode ensinar aos impulsivos...
Certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.
- Que desgraça, senhor! - exclamou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.
- Mas que insolente! - gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!
Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem acoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho.
Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:
- Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado...:
- ...Não é possível ! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem acoites e a você com cem moedas de ouro.
- Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer...
Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra.
Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas. A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade.
A embalagem, nesse caso, é a indulgência, o carinho, a compreensão e, acima de tudo, a vontade sincera de ajudar a pessoa a quem nos dirigimos.
Ademais, será sábio de nossa parte se antes de dizer aos outros o que julgamos ser uma verdade, dizê-la a nós mesmos diante do espelho.
E, conforme seja a nossa reação, podemos seguir em frente ou deixar de lado o nosso intento.
Importante mesmo, é ter sempre em mente que:
O que fará diferença é a maneira de dizer as coisas...

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Acordo com o inimigo

Conta-se que certa vez, na Rússia, um caçador estava mirando pra atirar em um urso quando, de repente, o urso falou:


- Não é melhor falar do que atirar? Que tal entrarmos em um acordo? O que é que você quer, afinal de contas?

Baixando a espingarda, o caçador falou:

-Eu quero um casaco de pele de urso para me cobrir.

- Bom, esta é uma questão negociável - falou o urso -. Eu apenas quero um estomâgo cheio. Vamos negociar.

Depois de algum tempo de conversa, o urso foi visto voltando sozinho para a floresta. As negociações foram um sucesso. Cada um recebeu o que queria. O urso conseguiu seu estômago cheio e o caçador ficou coberto pela pele do urso...

Entrar em acordo com um inimigo raramente satisfaz ambos os lados igualmente. E em uma negociação com o nosso inimigo espiritual, ele pode até prometer o que nós queremos, mas na verdade o que ele quer é ficar com a nossa alma e levá-la para o Inferno.

Você está tentando entrar em acordo ou negociar com o inimigo? Sai dessa, e entregue a sua vida unicamente para Jesus!

ABCdário da Mulher que serve ao Senhor (corrigido)

Amar ao SENHOR como a pecadora que ungiu os pés de Jesus (Lc 7.37-47).

Bendizer ao Senhor por seus benefícios, como Débora depois da vitória (Jz 5.1,3).

Confessar a Cristo como Salvador, ainda que em meio à indiferença como Dâmaris (At 17.34).

Dar ao SENHOR de nossos bens para a obra do Senhor, como Suzana (Lc 8.3).

Ensinar a Palavra de Deus aos meninos, como Lóide e Eunice (2 Tm 1.5).

Fiar-se nas promessas do SENHOR, como Joquebede, mãe de Moisés (Êx 2.3,10).

Glorificar ao SENHOR em seu corpo, em seu espírito, como Maria, a Mãe de Jesus (Lc 1.46-56).

Hospedar os servos do SENHOR em nossa casa, como a Sunamita (2 Rs 4.8-10).

Invocar o Nome do SENHOR em toda circunstância, como Ana, mãe de Samuel (1 Sm 1.9).

Juntar-se com o povo do SENHOR para adorá-lo, como Lídia, a vendedora de púrpura (At 16.13-15).

Louvar ao SENHOR por Sua Salvação, como Miriam, irmã de Moisés (Êx 15.21).

Mostrar aos outros o amor do SENHOR, como a diaconisa Febe (Rm 16.1,2).

Negar a si mesma e deixar tudo para servir ao SENHOR, como Rute (Rt 1.16,17).

Oferecer nossa casa para culto de adoração ao SENHOR, como Áfia, esposa de Filemon (Fil 1.2).

Pregar o Evangelho em todas as oportunidades que se apresentem, como Trifena e Trifosa (Rm 16.12).

Querer antes de tudo agradar ao SENHOR, expondo a vida, como Priscila (Rm 16.3,4).

Receber os favores do SENHOR com gratidão e nas adversidades confiando, como Noemi (Rt 1 e 2).

Servindo aos santos com amor, assim como ordenou o SENHOR (Ef 4.15,16).

Trabalhar com fervor para a obra do SENHOR, como Pérsida (Rm 16.12).

Usar de todos os dons e atitudes que o SENHOR nos tem dado para glorificar Seu Nome e fazer o bem aos nossos semelhantes, como Dorcas (At 9.36).

Ver em Cristo a única esperança da salvação, e ouvi-lo, como Maria, irmã de Lázaro (Lc 10.39) e Maria sua mãe (João 2.3-5).

Xale de oração é chamado também de Talit, em geral feito de linho, lã ou seda, com franjas do mesmo material. A mulher virtuosa descrita em Provérbios 31.10-31 conhecia e utilizava este material em seu lar. O uso desta peça requeria de cada israelita consagração pessoal ao SENHOR e cumprimento dos mandamentos. Que hoje cada mulher segundo o coração do SENHOR, possa guardar Sua Palavra no coração e consagrar sua vida ao serviço do SENHOR.

Zelar pela paz, como Abigail, a prudente (1 Sm 25.18).

Recebi por e-mail – Desconheço o autor

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Os Dois bebês: Você acredita na vida após o nascimento?

No ventre de uma mulher grávida, dois bebês estão tendo uma conversa. Um deles crê, e outro é ateu.

O Ateu: Você acredita na vida após o nascimento?
O que Crê: Claro que sim. Todo mundo sabe que existe vida após o nascimento. Nós estamos aqui para crescer fortes o suficiente e nos preparar para o que nos espera depois.
O Ateu: Bobagem! Não pode haver vida após o nascimento! Você pode imaginar como seria essa vida?
O que Crê: Eu não sei todos os detalhes, mas acredito que exista mais luz, e talvez a gente caminhe e se alimente lá.
O Ateu: Besteira! É impossível andarmos e nos alimentarmos! É ridículo! Nós temos o cordão umbilical que nos alimenta. Eu só quero mostrar isso para você: a vida após o nascimento não pode existir, porque a nossa vida, o cordão, já é demasiado curta.
O que Crê: Eu estou certo de que é possível. Ela será um pouco diferente. Eu posso imaginá-la.
O Ateu: Mas não há ninguém que tenha voltado de lá! A vida simplesmente acaba com o nascimento. E, francamente, a vida é apenas um grande sofrimento no escuro.
O que Crê: Não, não! Eu não sei como a vida após o nascimento será exatamente, mas em todo caso, nós encontraremos nossa mãe e ela cuidará de nós!
O Ateu: Mãe? Você acha que tem uma mãe? Então, onde ela está?
O que Crê: Ela está em toda parte à nossa volta, e nós estamos nela! Nós nos movemos por causa dela e graças a ela, nós nos movemos e vivemos! Sem ela, nós não existiríamos .
O Ateu: Bobagem! Eu não vi nenhuma mãe semelhante; portanto, não existe nenhuma.
:O que Crê: Eu não posso concordar com você. Na verdade, às vezes, quando tudo se acalma, nós podemos ouvi-la cantar e sentir como ela acaricia o nosso mundo. Eu acredito fortemente que a nossa vida real começará somente após o nascimento. Eu creio!

E você? quando lhe falam de Deus, Vida Eterna, Céu ou Inferno, será que não esta agindo como esse bebê Ateu?

Fonte: André Sanches - esboçando idéias

segunda-feira, 25 de julho de 2011

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