domingo, 7 de outubro de 2012

Toca o enterro! - Bp. Jadson

Foto: Toca o enterro!

Era uma vez um sujeito tão preguiçoso, tão preguiçoso, mas tão preguiçoso, que pediu que os moradores do vilarejo o enterrasse vivo, pois ninguém mais queria lhe dar comida e ele não ia mesmo trabalhar, nem por força de lei.

Enquanto seguia o "funeral", passou um homem em sua montaria e, ao dar uma espiada no "morto", quase caiu do cavalo, ao vê-lo se mexer.
- Parem o enterro, este homem ainda está vivo, gritou ele.

Pararam o cortejo e contaram ao cavaleiro o motivo daquela esquisitice toda. Comovido com a situação do preguiçoso, propôs-se a lhe ajudar:

- Saia deste caixão, homem de Deus, eu lhe dou um saco de feijão.
- Feijão crú ou cozido? Perguntou o "defunto".
- Claro que é crú homem! É pra você plantar e recomeçar a vida.

O preguiçoso pensou, pensou, pensou e ordenou:
- Toca o funeral!Era uma vez um sujeito tão preguiçoso, tão preguiçoso, mas tão preguiçoso, que pediu que os moradores do vilarejo o enterrasse vivo, pois ninguém mais queria lhe dar comida e ele não ia mesmo trabalhar, nem por força de lei
.


Enquanto seguia o "funeral", passou um homem em sua montaria e, ao dar uma espiada no "morto", quase caiu do cavalo, ao vê-lo se mexer.
- Parem o enterro, este homem ainda está vivo, gritou ele.

Pararam o cortejo e contaram ao cavaleiro o motivo daquela esquisitice toda. Comovido com a situação do preguiçoso, propôs-se a lhe ajudar:

- Saia deste caixão, homem de Deus, eu lhe dou um saco de feijão.
- Feijão crú ou cozido? Perguntou o "defunto".
- Claro que é crú homem! É pra você plantar e recomeçar a vida.

O preguiçoso pensou, pensou, pensou e ordenou:
- Toca o funeral!

Bp. Jadson




A Maior de Todas as Estratégias - Bp. Jadson


Há uma fábula que fala sobre três demônios aprendizes vindo à terra para terminar sua aprendizagem. Eles falavam com Satanás, maioral dos demônios, sobre seus planos para tentar e arruinar os homens.

O prim
eiro falou: “Eu lhes direi que não há um Deus”. Satanás disse - “Isso não vai enganar muitos, pois eles sabem que há um Deus”.

O segundo disse: “Eu lhes direi que não há um inferno”. Satanás respondeu - “Você não enganará ninguém dessa forma; homens já sabem que há um inferno para pecado”.

O terceiro disse: “Eu direi aos homens que não tenham pressa”. “Vá”, disse Satanás - “e você os arruinará pelos milhares”.

A mais perigosa de todas as ilusões é a de que há tempo de sobra. O dia mais perigoso na vida de um homem é quando ele aprende a palavra ‘amanhã’.
Há coisas que não podemos adiar, pois nenhum homem sabe se, para ele, o amanhã virá.

“Pelo que alegrai-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Mas ai da terra e do mar! porque o Diabo desceu a vós com grande ira, sabendo que POUCO TEMPO lhe resta.” (Apocalipse 12:12)

Bp. Jadson

Muito tarde para pensar em Deus - Bp. Jadson


Esta é a história, em oito capítulos, de um homem que nunca achou tempo para Deus:

1.°: Quando criancinha, quiseram ensiná-lo a orar, mas alguém objetou: 'É muito cedo para pensar em Deus. Não compreende nada ainda."2.°: Quando virou men
ino, acharam bom mandá-lo para a EBI, mas logo veio a resposta: "É muito criança para pensar em Deus."

3.°: Quando era jovem, chegou convite para a Força Jovem. Ele estava entretido com sua namorada. Outros responderam por ele: "Muito apaixonado para pensar em Deus."

4.°: Quando homem feito e casado, sua esposa pedia que fosse à igreja aos domingos, mas ele respondia: "Estou muito ocupado para pensar em Deus."

5.°: Houve vigílias em sua terra. Quiseram acordá-lo de madrugada a fim de participar, mas os amigos responderam: "Deixem-no. Está muito cansado para pensar em Deus."

6°: Uma vez, absorvido pelos negócios, convidaram-no para fazer a participar da páscoa. Ele, porém, respondeu: "Estou muito preocupado, para poder pensar em Deus."

7.°: Quando, já bem idoso, quiseram levar um pastor até sua casa para uma visita, os netos objetaram: 'Muito velho para pensar em Deus."

8.°: Quando estava sendo levado para o cemitério, o demônio gargalhou maldosamente no rosto dele: "Muito tarde para pensar em Deus."

Bp. Jadson Santos

Tu existes para iluminar os outros - Bp. Jadson

Contam que certo dia um fósforo disse a uma vela: “Eu tenho a tarefa de acender-te.” Assustada, a vela respondeu: “Não, isto não! Se eu for acesa, os meus dias estarão contados. Ninguém vai mais admirar a
 minha beleza”.


O fósforo perguntou: “Tu preferes passar a vida inteira, inerte e sozinha, sem ter experimentado a vida?” - “Mas queimar dói e consome as minhas forças”, sussurrou a vela insegura e apavorada. “É verdade”, respondeu o fósforo, “mas este é o segredo da nossa vocação. Nós somos chamados para ser luz! O que eu posso fazer é pouco. Se não te acender, perco o sentido da minha vida. Existo para acender o fogo.

Tu és uma vela: tu existes para iluminar os outros, para aquecer.

Tudo o que tu ofereceres através do sacrifício, do sofrimento e do teu empenho será transformado em luz; Tu não te acabarás consumindo-te pelos outros. Outros passarão o teu fogo adiante. Só quando tu te recusares, então morrerás!”

Querem saber o que aconteceu? Dizem que, em seguida, a vela afinou o seu pavio e disse cheia de alegria: “Eu te peço, acende-me”.





Bp. Jadson Santos

A Fábula do Porco-Espinho - Bp. Jadson


Foto: A Fábula do Porco-Espinho

Sei que muitos já conhecem essa fábula. Mas gostaria de compartilhar aqui:

Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte do nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.
Foi então que uma grande quantidade de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver começaram a se unir e juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.

Porém - vida ingrata - os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital. Questão de vida ou morte.
E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.
Doíam muito...
Mas essa não foi a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram morrer de frio, congelados.

Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.
Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial.
Sobreviveram

*Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade; suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também.
Colossenses 3:12,13Sei que muitos já conhecem essa fábula. Mas gostaria de compartilhar aqui:

Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte do nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais não
 resistiram ao frio e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.
Foi então que uma grande quantidade de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver começaram a se unir e juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.

Porém - vida ingrata - os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital. Questão de vida ou morte.
E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes.
Doíam muito...
Mas essa não foi a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram morrer de frio, congelados.

Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.
Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial.
Sobreviveram

*Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade; suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também.
Colossenses 3:12,13 




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